Comecei a procurar a inteligência emocional desde muito cedo, numa época em que estas coisas eram só para quem “não tinha o que fazer”, “onde gastar o dinheiro” e algo “místicas”, ou, pelo menos, assim me parecia. Ainda assim, enfrentei os demónios que me diziam que eu era essa pessoa fútil, porque, no fundo, o meu lado racional me fazia perceber a importância deste investimento.

Assisti a palestras, fiz workshops, ouvi testemunhos, li muitos livros, pratiquei algumas técnicas interessantes, meditei, mas foi só quando permiti que o coaching entrasse na minha vida que tudo se começou a encaixar. Primeiro não. Inicialmente ficamos com a cabeça ainda mais baralhada, mas depois a luz aparece e, se nos permitirmos, o céu é o limite.

Podia falar aqui de muitas vantagens deste tipo de processos, mas vou concentrar-me naquele que é, para mim, o mais importante: o autoconhecimento.

Lembro-me de pensar que não percebia porque é que tantas e tantas pessoas incentivavam ao autoconhecimento. Para quê que as pessoas precisavam de saber quem eram? Aliás, como é que as pessoas não sabiam quem eram? Eu sabia bem quem era! Sabia sim! Já andava a investir em autoconhecimento há muito tempo por isso não estava perdida. Depois tentava definir-me por palavras concretas e…gri gri, gri gri… Persistente como sou: uma tentativa! Não, antes assim! Ou assim… Oh, esquece lá isso!

Alguns anos passados, posso concluir que, de facto, não sabia quem era. Ainda não sei. Estou a descobrir e está a ser um máximo! É tão, mas tão revelador, tranquilizador e esclarecedor, que passamos a ter, por um lado, uma paz interior muito relaxante e, por outro, uma vontade de ser, ter e fazer como nunca antes.

Essencialmente, o autoconhecimento dá-nos a possibilidade de fazer escolhas mais conscientes, de acordo com quem realmente somos e com o que realmente queremos. A tomada de decisão torna-se mais simples, mais rápida e mais incisiva. O foco estreita para o que e quem realmente nos interessa e, de repente, deixamos de perder tempo. A vida torna-se mais objetiva, mais clara, mais simples e, acima de tudo, mais fácil. A autoconfiança vem!

Autoconhecimento não é, no entanto, só sobre si. Esse é um mito que desmascaro já aqui. É verdade que vai ter que se focar muito em si, mas sempre numa abordagem geral e abrangente, sobre quem é importante para si, quem quer ter na sua vida, com quem quer chegar aonde, como se encaixa você no todo, portanto, deixe esse seu medo de se tornar egoísta de lado, ele não é real! Enfrente.

E o que é preciso fazer para se conhecer melhor? Todos têm que fazer coaching para se conhecerem? A minha resposta é: não. Não têm todos que passar por um programa de coaching para se conhecerem melhor, mas se de alguma forma se sentir perdido, precisar de ajuda ou simplesmente quiser acelerar o processo, então o coaching vai, certamente, ajudar.

No entanto, há uma série de técnicas simples e práticas que pode exercer para se conhecer melhor. Iniciei uma rubrica semanal, com publicação à quarta-feira, onde partilho algumas ideias, é uma questão de ir seguindo. Como em qualquer tema hoje em dia, há muito mais informação, livros, técnicas e profissionais por aí. Cabe-lhe a si escolher aquela com a qual se identifica mais e aplicar.

E… virar a chave é isto: agir!

Vai permitir-se?

 

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Para um processo de auto-conhecimento mais célere e eficiente não hesite em contactar-me, terei o maior gosto em dar-lhe a mão nesta sua caminhada: https://bit.ly/2Qbud0y

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