NÃO PARTA DE PRESSUPOSTOS

Há uns dias tocaram à campainha lá de casa. Era um senhor com uma promessa de redução do valor na fatura de eletricidade. A dado momento quis saber:

– “A fatura desta casa vem em seu nome ou em nome do seu marido?”

😵

Esta questão não era, definitivamente, relevante para o tratamento da situação e, além disso, o senhor estava a partir de um pressuposto que não sabia se correspondia, sequer, a uma possibilidade, quanto mais a uma realidade.

Respondi simplesmente: -“No meu…”

Fiquei a pensar na intromissão daquele senhor e senti-me invadida! 🤔

Em alternativa, caso precisasse mesmo desta informação, poderia ter perguntado:

– “Em que nome vem a fatura desta casa?” ou – “O contrato de eletricidade desta casa está em que nome?”

Lembre-se: este tipo de situações são evitáveis se prestarmos um atendimento neutro e focado no nosso objetivo, que deverá ser vender o produto ou prestar o serviço da melhor forma possível, pensando sempre no nosso cliente e, se possível, superando as suas expectativas. Para isso não precisa pressupor seja o que for e, muito menos, ser intrometido!

Até à próxima dica. 😜

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