O azulejo foi trazido para a Península Ibérica, pelos Árabes, no século XIII?

Em árabe “al-zulaich” significa “pequena pedra polida”.

Em Portugal, introduz-se, maioritariamente, a partir dos séculos XV/XVI para revestir superfícies interiores e exteriores e, também, como elemento decorativo independente.   

A paixão por estas pequenas peças foi (e continua a ser) tão grande que os azulejos se tornaram um verdadeiro símbolo nacional. Podem ser vistos um pouco por todo o país quer nas fachadas, quer nas paredes internas de igrejas, mosteiros, palácios, jardins, edifícios públicos, entre muitos outros exemplos.

A azulejaria destes espaços conta histórias, representa épocas, esconde segredos, enfeita e protege. Uma missão tão nobre como diversificada!

São muitas as técnicas e terminologias associadas ao azulejo. Trata-se de uma arte complexa e minuciosa. Ao longo dos séculos, várias foram as fábricas portuguesas que produziram as mais belas obras de azulejaria, quer para clientes nacionais, quer para o exterior.

Se quiser saber mais sobre o azulejo, não deixe de visitar o Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa. Pode programar a sua visita aqui: http://www.museudoazulejo.gov.pt/

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