É inevitável. Quando pensamos em viajar, independentemente de estarmos a falar de viagens mais curtas ou mais longas, os souvenirs estão sempre presentes. Ou porque queremos presentear alguém de quem gostamos muito e que não esteve naquela deslocação, ou porque, simplesmente, queremos trazer uma recordação do destino visitado, algo que nos faça lembrar que ali estivemos.

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Mas o que são souvenirs afinal?

Souvenir é um termo francês que significa “memória”. No fundo, trata-se de um objeto que nos vai permitir recordar, mais do que um destino turístico, um momento de felicidade, vivido fora do nosso local habitual de residência.

Sempre que olhamos para este objeto recordamos aquelas vivências e temos aqui uma verdadeira âncora de felicidade.

Há quem compre lembrancinhas para os familiares e amigos mais chegados e há quem adquira souvenirs apenas para colocar nas suas prateleiras, qual expositor de medalhas e prémios que comprova as voltas que já deu pelo mundo! Seja qual for a situação, é legítima e, se lhe traz felicidade, porque não?

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Na minha família, criámos o hábito de trazer um íman de frigorífico alusivo ao destino e, como somos muitos, o espaço já está bem preenchido. Quando olhamos para ali acumulam-se as memórias, as histórias e a gratidão por podermos viajar e explorar muito mais que as gerações anteriores. À parte desta prática, não sou muito dada a grandes aquisições porque ou se compra para todos (que são muitos), ou se investe noutras prioridades.

Seja como for, a compra das lembranças é uma coisa que deve ter sempre em consideração quando orçamenta a sua viagem. Para quem vai comprar? Qual o valor total que tem para este gasto em específico? Qual o valor médio deste tipo de produtos no local? Que tipo de ofertas vai querer trazer: produtos gastronómicos, objetos, um simples postal? Se planear, o risco de se perder com decisões difíceis e gastos desnecessários será menor.   

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Do ponto de vista dos destinos turísticos, os souvenirs representam uma parcela importante da geração de receitas, já que, como visto, é raro alguém viajar e não comprar algo para mais tarde recordar. Os valores variam muito de local para local e de lembrança para lembrança. Essencialmente, existem ofertas para todos e para todos os bolsos, basta saber escolher e ter alguma paciência para seleccionar.   

O tempo para compras também é algo que deve ter em consideração quando planeia a sua viagem, dado que, por vezes, a oferta é tanta que se torna difícil optar. O contrário também não deixa de ser verdade: em alguns destinos a oferta é tão escassa que se torna necessário questionar e tentar perceber onde encontrar os melhores produtos, a um preço mais acessível e com uma qualidade aceitável.

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Seja em que circunstância for, gostaria de acreditar que opta sempre por produtos concebidos localmente. Lembre-se que, enquanto viajante, tem um papel no movimento turístico, que vai muito além da visita ao local. Comprar souvenirs que foram concebidos localmente e/ ou que representam um produto tradicional traduz-se na promoção do destino, na geração de receitas locais, no aumento dos postos de trabalho, na valorização da mão-de-obra local, no respeito pelos produtos autóctones, pelas tradições e pelas pessoas. Perceba: é da diversidade que nasce a riqueza e o potencial das coisas!  

E você, costuma trazer lembranças para os familiares e amigos quando viaja?

Tem algum ritual associado à compra de souvenirs?

Que tipo de recordações costuma comprar?

Conte-me tudo, vou gostar de saber!

—– Artigo originalmente publicado no Linkedin. —–

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