Muitas vezes sabemos que não estivemos bem em determinada situação, comportamento, atitude, projeto ou avaliação, mas não conseguimos perceber porquê. Podemos até refletir sobre o assunto, mas só vamos ter acesso à nossa perspetiva. Que tal pedir feedback? No mundo perfeito ele chegar-nos-ia, mas nem sempre isso acontece. Solicite, então!

Pedir feedback vai ajudar a conhecer-se, porque terá a opinião de outras pessoas, numa perspetiva diferente, de quem o vê de fora e o pode avaliar com menos subjetividade. Se, de alguma forma, os feedbacks que costuma receber são destrutivos e o deixam em baixo, não desanime, tem a possibilidade de explicar ao seu interlocutor que a opinião dele é importante, mas talvez o possa fazer de forma mais construtiva, parabenizando os aspetos positivos, assinalando os aspetos a melhorar e explicando ou debatendo como lá poderá chegar. Os reforços positivos serão um plus!

É de referir que, apesar de relevantes, os feedbacks ou as opiniões dos outros não são, necessariamente, verdades absolutas. Ainda que bem elaborado, um feedback pode não corresponder à realidade e não deve permitir deixar-se levar por ele. Ouça atentamente o que lhe foi transmitido, analise com espírito crítico e adote a postura que considerar mais adequada. O bom sendo e o equilíbrio prevalecem.

Sempre que recebe um feedback aproveite para analisar como ele o faz sentir, quais os pensamentos que lhe ocorrem, se está na disposição ou não de ajustar os seus comportamentos e porquê. Vá conhecendo as suas reações às avaliações externas e perceba, cada vez mais e melhor, como agir em cada situação.

Ouse conhecer-se melhor e solicite feedback!

Passe para me contar as aprendizagens e as mudanças que solicitar feedback lhe trouxe.

Para um processo de auto-conhecimento mais célere e eficiente não hesite em contactar-me, terei o maior gosto em dar-lhe a mão nesta sua caminhada.

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